Consultoria

Através da Consultoria, o CUIDAR propõe-se apoiar organizações na implementação de sistemas internos de proteção e cuidado, através de um processo composto por 7 passos.

Pretendemos, com este processo de apoio técnico às organizações:

  1. Sensibilizar a organização para a temática da proteção e cuidado;
  2. Apoiar a Direção na definição e implementação de uma política de proteção e cuidado de indivíduos em situação de vulnerabilidade (crianças, jovens ou adultos), construindo um SISTEMA INTEGRADO DE PROTEÇÃO E CUIDADO (SIPC);
  3. Envolver toda a organização e respetiva comunidade na missão de proteger e cuidar dos alunos, contribuindo para a criação de uma cultura de bom trato.

A declaração de compromisso materializa-se na planificação, desenvolvimento, implementação e melhoria contínua de um sistema interno de proteção e cuidado que garanta que a sua organização e atividades são locais seguros e protetores
para as crianças que nelas participam e que se promove um ambiente de cuidado.

Equipa coordenadora é a equipa responsável pela implementação e coordenação do sistema de proteção e cuidado, planeamento, execução e avaliação de cada um dos instrumentos.

O mapa de riscos é um instrumento que permitirá identificar os riscos específicos da atividade de cada organização e propor as estratégias preventivas a implementar.

O Código de Conduta, referente à interação com a criança, explicita, de forma clara os valores e os comportamentos a adotar no contacto com as crianças e transmite os padrões de comportamento esperados na interação com as crianças e jovens.

Em matéria de recrutamento, seleção e formação, o sistema inclui um conjunto de procedimentos específicos para o recrutamento e seleção dos profissionais e voluntários que interagem com a criança, a definição das competências-chave necessárias no perfil dos candidatos ao exercício das funções, a promoção e desenvolvimento de formação contínua sobre temas relacionados com a prevenção dos maus tratos, a promoção dos direitos das crianças e a intervenção.

Políticas e procedimentos para sinalizar e gerir as situações de maus-tratos, respeitando princípios como a confidencialidade, a rapidez na resposta, a adequada audição da criança ou jovem (minimizando o risco de vitimação secundária), bem como a sua imediata segurança e proteção.

Este plano estabelece as modalidades dos momentos formais de colaboração interinstitucional (com a rede social e outras entidades ou serviços), define as entidades a envolver e o papel de cada uma na gestão do risco e perigo e identifica quem, quando e como se contactam os parceiros envolvidos.